domingo, 27 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
nós
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How I wish,
how I wish you were
hereWe're just two lost souls
Swimming in a fish bowl,
Year after year,
Running over the same old ground.
What have we found?
The same old fears
Wish you were here
...................................................
Como eu queria,
como eu queria que você estivesse aqui
Somos apenas duas almas perdidas
Nadando num aquário
Ano após ano
Correndo sobre este mesmo velho chão
O que encontramos?
Os mesmos velhos medos
Queria que você estivesse aqui
domingo, 20 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
confissão
Adoro o Agamenon, um personagem que escreve ironicamente sobre os acontecimentos da semana no jornal de domingo do o globo. E agora ele está também na internet, no seu blog.
Link (blog do Agamenon):
http://oglobo.globo.com/cultura/agamenon/
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Agamenon Mendes Pedreira é um personagem criado pelos humoristas brasileiros Hubert e Marcelo Madureira, integrantes do grupo Casseta & Planeta. Desde 1989 Agamenon tem uma coluna com seu próprio nome no Segundo Caderno do jornal O Globo.
Logo no começo da publicação da Coluna não havia a menção "Humor" e os mais desavisados pensavam tratar-se de um colunista como outro qualquer porém seus textos com segundas - e às vezes terceiras - intenções causavam muitas dúvidas, controvérsias e discussões.
Igualmente, no começo, Agamenon tinha outro sobrenome, Mendes Caldeira, o que provocou pedido dos familiares com esse sobrenome para que se mudasse o mesmo. Isso aconteceu e temos agora o Agamenon Mendes Pedreira.
(wikipedia)
Link (blog do Agamenon):
http://oglobo.globo.com/cultura/agamenon/
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Agamenon Mendes Pedreira é um personagem criado pelos humoristas brasileiros Hubert e Marcelo Madureira, integrantes do grupo Casseta & Planeta. Desde 1989 Agamenon tem uma coluna com seu próprio nome no Segundo Caderno do jornal O Globo.
Logo no começo da publicação da Coluna não havia a menção "Humor" e os mais desavisados pensavam tratar-se de um colunista como outro qualquer porém seus textos com segundas - e às vezes terceiras - intenções causavam muitas dúvidas, controvérsias e discussões.
Igualmente, no começo, Agamenon tinha outro sobrenome, Mendes Caldeira, o que provocou pedido dos familiares com esse sobrenome para que se mudasse o mesmo. Isso aconteceu e temos agora o Agamenon Mendes Pedreira.
(wikipedia)
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
passarinho
"o meu amor é passarinheiro
ele só quer passarinhar"
(Roque Ferreira)
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eu prefiro assim:
o meu amor é passarinheiro
ele gosta de passarinhar
ele só quer passarinhar"
(Roque Ferreira)
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eu prefiro assim:
o meu amor é passarinheiro
ele gosta de passarinhar
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
domenica
domingo, 30 de janeiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
fugindo
eu fujo não sei do que
eu fujo não sei por que (?)
fujo de mim
fujo de ti
fujo do outro
fujo daqui
de lá
de cá
não sei pra onde vou
mas sei o que me faz bem
e o que faz bem pra mim (?)
desculpas
não preciso mentir
eu fujo não sei por que (?)
fujo de mim
fujo de ti
fujo do outro
fujo daqui
de lá
de cá
não sei pra onde vou
mas sei o que me faz bem
e o que faz bem pra mim (?)
desculpas
não preciso mentir
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
domingo, 23 de janeiro de 2011
Apalpe - 2011

Foi tudo lindo! A lá Caetano: “O Rio é lindo! A Bahia é linda!”
Dia 20/01
18h – Sarau Apalpe
Cheio de apresentações, as mais diversas e variadas possíveis. Nesse momento apresentei a minha pesquisa coreográfica – Arrabalde – que foi adaptada para o evento.
Destaque para a performance do Jojo (Jorge Freire) e sua esposa Diva. Arrasaram!
Dia 21/01
16h – Roda de debate sobre o processo criativo das oficinas Apalpe.
Com: Écio Salles (mediador), George Araújo (participante) e Rafaelle Castro (participante).
Foi ótimo ouvir deles as inquietações acerca do processo. Particularmente, adoro ouvir mesas de debate.
18h – Processo. Vídeo Guia Afetivo
Apresentação de filmes (animação) inspirados no livro Guia Afetivo da Periferia (Marcus Vinicius Faustini).
Destaque para o filme Guia da Periferia Afetivo, que já postei aqui no blog, meu preferido.
20h – Processo. Cenas
Apresentação teatral de cenas com textos produzidos na primeira fase do Apalpe. Participei desse processo interpretando o texto, Contos da Manhã de Luciana Meireles.
Destaque para a interpretação de Luciana Bastos e Leandro Santanna, com o texto No ponto de Rafaelle Castro. Que foi sucesso de crítica e público. (Eles merecem! Meus queridos!)
Dia 22/01
16h – Oficina com Sérgio Vaz (Cooperifa / SP)
Tive o privilégio de participar dessa oficina e não tenho palavras para descrever a grandeza que é o poeta Sérgio Vaz, conhecê-lo e ouvi-lo é a vida na sua qualidade mais límpida. Foi maravilhosa a oficina.
Destaque para o poema dele:
Os miseráveis – Sérgio Vaz
Vitor nasceu no jardim das margaridas
Erva-daninha nunca teve primavera
Cresceu sem pai sem mãe sem norte sem seta
Pés no chão, nunca teve bicicleta
Já Hugo não nasceu, estreou
Pele branquinha, nunca teve inverno
tinha pai, mãe, caderno e fada-madrinha
Vitor virou ladrão
Hugo salafrário
Um roubava por pão
O outro para reforçar o salário
Um usava capuz
O outro gravata
Um roubava na luz
O outro em noite de serenata
Um vivia de cativeiro
O outro de negócio
Um não tinha amigo, parceiro
O outro sócio
Retrato falado Vitor tinha cara na notícia
Enquanto Hugo fazia pose pra revista
O da pólvora apodrece impenitente
O da caneta enriquece impunemente
A um só resta virar crente
O outro é candidato a presidente.
Toda vez que escuto me arrepio.
19h – Programa Apalpe (auditório)
Foi lindo!
Pena que acabou. Obrigada.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
meu sonho de consumo
simplicidade
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Sem me esquecer
Meus dias estão estreitos, as horas ficam contadas e o silêncio é quase nada. Sinto falta da calmaria em que preciso nos meus dias de cada dia.
Sabia que esse período não seria fácil. Sei que a subida é íngreme e duradoura. Mas, confesso, que busquei por ela, pedi que mais desafios me fossem apresentados. Pois, só assim me fortaleço. E não me esqueço. Tento encontrar forças para subir, caminhar, continuar. Mas, compreendo que o descanso também faz parte da subida.
Éramos crianças e subir até a pedra do urubu com meu Pai, em alguns domingos, era uma alegria sem tamanho, ver o Campeche lá de cima, acho que me acalmava. Essa lembrança me vem em pensamentos, nossa bengalinha produzida cuidadosamente com bambu, sem farpas, por meu Pai, nos ajudava dando apoio nos obstáculos da trilha. Nos obstáculos da vida.
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Sem me esquecer
Meus dias estão estreitos, as horas ficam contadas e o silêncio é quase nada. Sinto falta da calmaria em que preciso nos meus dias de cada dia.
Sabia que esse período não seria fácil. Sei que a subida é íngreme e duradoura. Mas, confesso, que busquei por ela, pedi que mais desafios me fossem apresentados. Pois, só assim me fortaleço. E não me esqueço. Tento encontrar forças para subir, caminhar, continuar. Mas, compreendo que o descanso também faz parte da subida.
Éramos crianças e subir até a pedra do urubu com meu Pai, em alguns domingos, era uma alegria sem tamanho, ver o Campeche lá de cima, acho que me acalmava. Essa lembrança me vem em pensamentos, nossa bengalinha produzida cuidadosamente com bambu, sem farpas, por meu Pai, nos ajudava dando apoio nos obstáculos da trilha. Nos obstáculos da vida.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Guia Afetivo da Periferia
Feliz Ano Novo
para todos!

Pintura de André Derain (1880-1954)
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Mandei a palavra rimar.
Ela não me obedeceu.
Falou em mar, em céu, em rosa,
Em grego, em silêncio, em prosa.
Parecia fora de si,
sílaba silenciosa.
Mandei a frase sonhar,
e ela se foi num labirinto.
(Paulo Leminski)

Pintura de André Derain (1880-1954)
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Mandei a palavra rimar.
Ela não me obedeceu.
Falou em mar, em céu, em rosa,
Em grego, em silêncio, em prosa.
Parecia fora de si,
sílaba silenciosa.
Mandei a frase sonhar,
e ela se foi num labirinto.
(Paulo Leminski)
sábado, 25 de dezembro de 2010
bate o sino
domingo, 19 de dezembro de 2010
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
volta
desconfio que encontrei
encontrei
o meu amor
ele tem os olhos de quem me quer
e a boca de quem me pede
são tuas
(as) mãos que me fazem carinho
e que me fazem cócegas
são teus
(os) braços que me confortam
e os
abraços que me seguram
me suportam
me envolvem
me cuidam
o colo que me balança
as pernas que me levam
os pés que me encontram
o peito que me acalma
o pescoço que me enlaça
as orelhas mais macias
o sorriso mais sincero
a lembrança mais segura
encontrei
o meu amor
ele tem os olhos de quem me quer
e a boca de quem me pede
são tuas
(as) mãos que me fazem carinho
e que me fazem cócegas
são teus
(os) braços que me confortam
e os
abraços que me seguram
me suportam
me envolvem
me cuidam
o colo que me balança
as pernas que me levam
os pés que me encontram
o peito que me acalma
o pescoço que me enlaça
as orelhas mais macias
o sorriso mais sincero
a lembrança mais segura
domingo, 5 de dezembro de 2010
queda-te me quedo
(só para deixar registrado que não gosto desse vídeo, com essa edição de imagens - ridículas -, muito literal e/ou legendada, gosto da música que é linda e fala por si só)
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ele vai
eu fico
ele não fala
mas eu escuto
(saudade)
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
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